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Do pico à recorrência: como a programática transforma compradores da Cyber Monday em clientes de longo prazo

novembro 28, 2025
Transforme o pico da Cyber Monday em recorrência. Entenda como o comportamento do usuário e a mídia programática impulsionam retenção...
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Do pico à recorrência: como a programática transforma compradores da Cyber Monday em clientes de longo prazo

A Cyber Monday de 2024 deixou um recado importante para quem trabalha com e-commerce e mídia: o comportamento do consumidor em datas sazonais mudou — e continua influenciando as decisões de 2025.

No ano passado, o mercado movimentou R$ 1,47 bilhão, com ticket médio de R$ 317 e um crescimento de 17,1% em relação a 2023. O volume ficou ainda 42,1% acima da média das segundas-feiras de outubro, segundo dados da Confi.Neotrust.

Esses números não servem apenas como retrospectiva.
Eles são uma linha de base para entender como o consumidor reage, compara, abandona, retorna e compra em um cenário de alta competitividade.

E é justamente no pós-evento que essa leitura faz diferença.

A Cyber Monday gera tráfego.
Mas é o pós-Cyber Monday que define quem continua comprando e quem some até o próximo desconto.

 

1. O volume é passado. O comportamento é o que avança.

A referência de 2024 mostra três movimentos que tendem a se repetir em 2025:

  1. Compradores recorrentes retornam mais cedo
  2. Usuários sazonais entram pela primeira vez no funil
  3. Uma grande base navega sem comprar, mas deixa sinais claros de intenção

Em outras palavras: o pós-pico é o momento em que separar “quem comprou” de “como cada um se comportou” faz diferença real.

Tratar todos de forma igual é desperdiçar oportunidade.

 

2. Três comportamentos que direcionam o pós-Cyber Monday

Do pico à recorrência: como a programática transforma compradores da Cyber Monday em clientes de longo prazo

2.1 Compradores de alta frequência

São consumidores que já têm histórico com a marca.
Para eles, a Cyber Monday é mais um ponto da jornada — não uma exceção.

O que funciona:

  • Cross-sell e categorias relacionadas
  • Upgrades e versões avançadas
  • Frequência mais baixa, evitando saturação

Esse grupo responde melhor a continuidade, não a pressão.

 

2.2 One-timers

São os consumidores atraídos exclusivamente pela data.

Aqui, a programática não trabalha fidelização imediata, ela trabalha validação de intenção.

O que funciona:

  • Criativos com reviews e benefícios práticos
  • Incentivo para a segunda compra
  • Mensagens que reforçam valor além do desconto

O objetivo é identificar quem veio pelo preço e quem pode voltar pela experiência.

 

2.3 Quase compradores

O grupo mais numeroso e o mais negligenciado.
Compararam, adicionaram ao carrinho, voltaram, abandonaram.

É o público com maior potencial de conversão no pós-evento.

O que funciona:

  • Segmentação por páginas visitadas
  • Criativos que resolvem objeções (frete, prazo, garantia)
  • Controle de frequência para não perder relevância

Aqui, a jornada fala mais alto que o desconto.

 

  1. Como a programática conecta o pico à retenção

O pós-Cyber Monday exige ajustes constantes.
E é aí que a programática cumpre seu papel mais estratégico:

Comportamento + Segmentação + Métricas em tempo real

Isso permite:

  • Frequência ajustada por grupo
  • Criativos alinhados à intenção
  • Testes curtos e baseados em resposta real
  • Segmentação pelo caminho percorrido
  • Ajustes contínuos em CTR, CPC, viewability e repetição de impacto

A lógica muda: não é impactar mais.

É impactar melhor, com base no que cada comportamento indica.

4. O papel da BMS nesse processo

A BMS se encaixa naturalmente nessa dinâmica porque oferece:

  • Dados em tempo real para ajustes rápidos e precisos
  • Opera em modelo pay-as-you-go, permitindo testar e escalar sem risco
  • Segmentações ricas por comportamento, histórico e navegação
  • Flexibilidade para ajustar criativos, grupos, frequência e pacing

Em um cenário pós-Cyber Monday, a autonomia operacional é tão importante quanto o volume de dados.

5. Por que o pós-evento define o longo prazo

A Cyber Monday acelera o funil.
O pós-Cyber Monday organiza o potencial.

É aqui que surgem os sinais de:

  • recorrência
  • intenção real
  • afinidade com categorias
  • abandono recuperável
  • clientes com possibilidade de lifetime value

Se 2024 mostrou volume, 2025 exige decisão baseada em comportamento.

 

Conclusão

Datas como a Cyber Monday continuam importantes, mas o que realmente diferencia uma operação madura é o que acontece depois do pico.

Comportamento, segmentação e ajustes programáticos permitem transformar compradores sazonais em clientes de longo prazo e essa lógica vale para todo o ano.

Se quiser aprofundar essa estratégia dentro da BMS, podemos orientar os próximos passos.

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